Gilda Campanini Canivezi, uma dos nove filhos de Amílcare Campanini e Eliza Canella, morou e nasceu no mesmo lugar, sítio Santa Maria, propriedade de seu pai e de seu tio Aleixo, onde sempre cultivaram café, milho arroz e uvas. Seus avos vieram da Itália, região do Veneto, em 1888, em busca de uma vida melhor no Brasil.
Quando jovem, foi morar à Rua do Amparo (Rua da Penha), com sua irmã Carolina, e trabalhava empalhando cadeiras. Muito vaidosa, Gilda, ou melhor, Didi, como todos a chamam carinhosamente, andava sempre muito elegante. Seus cabelos eram longos, o que não era muito comum naquela época, e chamou a atenção do então seu futuro esposo e companheiro Ricieri Canivezi, que morava nas redondezas.
“Ela era a moça mais bem arrumada do bairro”, lembra Ricieri.
Após dois anos de namoro, o casamento aconteceu em 14 de junho de 1947, e Didi foi morar no Sítio Santa Teresa, no bairro do Tanquinho, propriedade de seu sogro, Antônio Canivezi. Ela sempre trabalhou nas prendas domésticas e no cultivo de tabaco, de frutas de caroço, uvas e vinhos.
Mãe de Lazara e Airton, Gilda tem três netos: Carlos Eduardo, Luis Fernando e Airton Filho.
Ainda mora no mesmo local, que hoje se chama Sítio Recanto das Videiras, com toda sua família, que continua cultivando uvas e produzindo vinhos artesanais.
Gilda será homenageada este ano na Festa Della Nonna, representando muito bem a figura da nonna, que significa avo em italiano, e também a cultura da Itália.

Merecida homenagem, uma pessoa simples, humilde e de grande coraçao, é com alegria que a Joao, Neusa e Filhos, Madalena, Flavio e Filhos, Aparecida, Paulo e Filhos e Angela parabeniza a Nona homenageada.